A porta de entrada é dupla, com um guarda-vento a evocar, vagamente, os salons do far-west. Logo à direita jaz um piano velho, sem cauda, um exemplar raro de piano de estudo. A velha Clepsidra, que tento redescobrir no Porto, continua a ser um refúgio, mesmo quando a incomodidade é indesejada e inesperada e as escolas de artes esgotam-se no calor humano dos bares nocturnos.
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